Cavalcanti, por meio de nota, disse que as afirmações de Bolsonaro revelam “odioso preconceito” e que a sua posição de parlamentar não pode ser usada para protegê-lo neste caso. “A imunidade parlamentar não pode isentar o parlamentar de responder por crimes”. Ophir pediu à Comissão da Diversidade Sexual do Conselho Federal da OAB estudo para reforçar a ação apresentada pela seccional do Rio de Janeiro pedindo investigação contra Bolsonaro na Corregedoria da Câmara.
Brasília (AE) - O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcanti, defendeu a abertura de processo de cassação contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que em entrevista ao programa CQC da TV Bandeirantes qualificou como “promiscuidade” a possibilidade de um filho seu ter relação com uma mulher negra e fez ataques a homossexuais. A ministra da Secretaria de Igualdade Racial, Luiza Barros, classificou as declarações do parlamentar como “caso explícito de racismo”.
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